NewsAs emoções durante a pandemia

28 de julho de 2021
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Com tantas incertezas, é comum que nesse período experienciemos várias emoções como medo, tristeza, raiva. Regular as emoções é a forma que temos para processar e definir o que sentimos e os motivos que nos levam a sentir o que sentimos. Essas preocupações e mudanças repentinas geram maior dificuldade na regulação das emoções, levando mais tempo...

Com tantas incertezas, é comum que nesse período experienciemos várias emoções como medo, tristeza, raiva. Regular as emoções é a forma que temos para processar e definir o que sentimos e os motivos que nos levam a sentir o que sentimos. Essas preocupações e mudanças repentinas geram maior dificuldade na regulação das emoções, levando mais tempo para voltar a ficar mentalmente bem. Além disso, a resposta para como cuidar do emocional durante a pandemia não é mesma para todos, o que nos deixa ainda mais confusos e com a sensação de estarmos “perdidos”.

O mesmo pode acontecer com as crianças. De repente, deixaram de ir para escola, de ter contato com os professores e colegas. Isso pode ser difícil de aceitar, de fato. Para elas, compreender o que estão sentindo, por si só, já é um grande desafio.

Os impactos na saúde mental são grandes

Sentimos os impactos na saúde mental durante a pandemia, de fato. Os adultos e as crianças estão cada vez mais apresentando quadros de estresse, ansiedade, pânico e depressão. Segundo a declaração da OMS, “o impacto da pandemia na saúde mental das pessoas já é extremo. O isolamento social, o medo de contágio e a perda de membros da família são agravados pelo sofrimento causado pela perda de renda e, muitas vezes, de emprego.”

E o que fazer para cuidar da cabeça nesse momento histórico tão peculiar?

Conte com uma ajuda profissional

Existem muitos profissionais capacitados para lhe dar apoio nessa pandemia, seja através das consultas presenciais ou online, tanto psicólogos quanto psiquiatras. Os psicólogos atendem através da psicoterapia, na qual o seu principal instrumento com os adultos é a fala. Já com as crianças, é através do brincar terapêutico. Os psiquiatras indicam, de acordo com cada caso, tratamentos com o uso de medicamentos.

O importante neste momento é não ter receio de buscar ajuda, caso perceba que algo não está bem com o seu emocional ou o das crianças.

Fonte: Leiturinha

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